Polícia brasileira descarta teoria da conspiração no ataque a Bolsonaro em 2018: Os detalhes que não sabias

Resumo: Polícia brasileira rejeita teoria da conspiração sobre ataque a Bolsonaro em 2018

A Polícia Federal (PF) brasileira rejeitou a tese de conspiração no ataque a faca a Jair Bolsonaro em 2018, afirmando que o autor agiu sozinho por motivos de esquizofrenia delirante. O relatório enviado à justiça pede o arquivamento do caso. A PF reavaliou toda a investigação a pedido do Ministério Público, confirmando que Adélio agiu isoladamente.

Bolsonaro ficou furioso com a conclusão de que não houve conspiração e tirou os responsáveis pela investigação, ordenando uma nova. Mesmo com a confirmação da PF, o presidente insiste na teoria de que o ataque foi organizado pela esquerda ou pelo crime organizado para impedi-lo de ser eleito. Um dos advogados de Adélio tem ligações com o PCC, mas a polícia garante que a organização não teve envolvimento no ataque.

Adélio está preso desde 2018 e seus advogados tentam transferi-lo para um hospital psiquiátrico. Bolsonaro passou por várias cirurgias para corrigir sequelas do ataque. A facada causou danos graves no sistema intestinal do presidente, exigindo intervenções médicas invasivas.

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