Ambientalistas levantam preocupações sobre a gestão de resíduos perigosos com destino incerto.

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Ambientalistas ouvidos na Assembleia da República expressaram dúvidas sobre as mudanças anunciadas para a gestão de resíduos perigosos, afirmando que as propostas não são claras. Eles também alertaram para a possibilidade de resíduos perigosos sem destino em novembro. Em maio passado, o Governo anunciou que ia acabar com o monopólio do mercado e que não ia aprovar a prorrogação das licenças dos dois Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos (Cirver) na Chamusca, permitindo que surgissem outros centros no país. No entanto, o responsável da associação Zero Rui Berkemeier disse que, segundo a última versão da proposta do Governo, já não se entende se essa exigência se mantém. Carmen Lima, pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente, também falou da nova proposta, afirmando que os Cirver são compostos por seis unidades de valorização e uma para aterro, pelo que, se as novas unidades propostas não forem assim, não serão Cirver.

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